Paris terá local público com nome de Marielle Franco

Marielle Franco. Foto: Marcelo Freixo / Flickr CC

Mais Lidos

  • Apenas algumas horas após receber um doutorado honorário da UAB, essa importante voz da teoria feminista analisa as causas e possíveis soluções para a ascensão do totalitarismo

    “É essencial que a esquerda pare de julgar a classe trabalhadora que vota na direita.” Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • O Sínodo apela a "uma mudança paradigmática na forma como a Igreja aborda as questões doutrinais, pastorais e éticas mais difíceis", como as que dizem respeito aos fiéis LGBTQIA+

    LER MAIS
  • É divulgado o relatório do Grupo de Estudos do Sínodo sobre questões LGBTQ+; novas formas de resposta do ministério

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Abril 2019

Ainda não está certo se a ex-vereadora do Rio de Janeiro vai batizar uma rua, uma praça ou outro local. Proposta foi apresentada pela prefeita da capital da França e aprovada por conselheiros de direita e de esquerda, segundo agência.

A reportagem é publicada por G1, 01-04-2019.

O Conselho de Paris, capital da França, aprovou nesta segunda-feira (1º) batizar um lugar público da cidade com o nome de Marielle Franco, ex-vereadora do Rio de Janeiro assassinada em março de 2018.

 

 

Ainda não está certo qual local público vai receber o nome de Marielle – pode ser uma rua, uma praça ou outro logradouro. Segundo a agência francesa RFI, cogita-se que ela batize algum lugar no Marais, bairro no centro da cidade frequentado pela comunidade LGBT de Paris.

Também segundo a RFI, a moção apresentada pela prefeita Hidalgo recebeu votos de partidos de esquerda e direita.

Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados a tiros em 14 de março de 2018, no centro do Rio de Janeiro. Duas pessoas foram presas suspeitas de terem matado Marielle e Anderson: o PM reformado Ronnie Lessa – denunciado por ter efetuado os disparos – e o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, que dirigiu o carro na noite do crime.

Leia mais