Casa. O lugar mais inseguro para as mulheres

Foto: Unsplash

Mais Lidos

  • Quando a Igreja perde seus ministros: notas teológico-pastorais sobre a desistência presbiteral. Artigo de Eliseu Wisniewski

    LER MAIS
  • Pesquisadores refletem sobre possíveis riscos e efeitos do El Niño em 2026 à luz das enchentes de 2024 e das ações realizadas pelo poder público nos últimos dois anos

    El Niño no RS: probabilidade de cheias é dobrada, mas há incerteza sobre a magnitude do fenômeno climático. Algumas análises

    LER MAIS
  • Liturgia do 12º domingo comum de 2026 (A). Comentário de Jairo del Agua

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

26 Fevereiro 2019

A segunda edição da pesquisa Violência Contra as Mulheres, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública confirma: o lugar mais inseguro para as mulheres é dentro da própria casa. E 76% das agressões são cometidas por conhecidos da vítima. Metade delas se calam depois da violência.

O levantamento foi feito com base em entrevistas de mais de duas mil mulheres sobre situações vividas no último ano. Em 2018, pelo menos 22 milhões de brasileiras sofreram assédio e 16 milhões sofreram algum tipo de violência (incluindo ofensas verbais). As agressões físicas atingiram 4,7 milhões. São 536 casos por hora.

Veja também Violência contra a mulher: novos dados mostram que 'não há lugar seguro no Brasil'

Leia mais