MPF divulga forma como age um dos maiores desmatadores da Amazônia

Imagem: Youtube

Mais Lidos

  • “Muitos homens pensam que perder a dominação sobre as mulheres é uma perda da sua própria masculinidade, o que não é verdade. Um homem pode ser homem, ter seus valores e nem por isso precisa dominar mulheres, crianças ou pessoas de outras etnias”, diz a socióloga

    Feminicídio: “A noção de propriedade é profunda”. Entrevista especial com Eva Alterman Blay

    LER MAIS
  • Trump enfrenta uma guerra mais longa do que o esperado no Irã, com problemas no fornecimento de munição e armas

    LER MAIS
  • “É fundamental não olharmos apenas para os casos que chocam pela brutalidade, mas também para as violências cotidianas que atingem mulheres e meninas, que muitas vezes são naturalizadas e invisibilizadas”, adverte a assistente social

    Combate à violência contra as mulheres: “Essa luta ainda é urgente”. Entrevista especial com Cristiani Gentil Ricordi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

20 Dezembro 2016

Ministério Público Federal entrou na Justiça para que suspeito volte à prisão. Segundo o MPF, empresário monitorava a floresta via satélite.

A reportagem é publicada por G1, 17-12-2016.

O Ministério Público Federal (MPF) divulgou esta semana novas informações sobre como age o homem considerado um dos maiores responsáveis pelo desmatamento da Amazônia. Na semana passada, o MPF entrou na Justiça com novas denúncias para que o empresário Antônio José Junqueira Vilela Filho volte a ser preso.

Segundo as investigações do Ibama e do Ministério Público Federal, o suspeito usava várias inovações tecnológicas, inclusive o monitoramento via satélite da floresta. De São Paulo, ele conseguia monitorar todo o trabalho que era feito pelo grupo de desmatamento e queimadas em Altamira, no sudoeste do Pará.

O MPF aponta ainda que Antônio Vilela utilizava a seguinte técnica para disfarçar o crime ambiental: as árvores mais altas não eram desmatadas, apenas aquelas mais baixas, para dificultar o monitoramento dos órgãos ambientais.

Toda a área desmatada de 2012 a 2015 , quando esse grupo de 24 pessoas agia, equivale a 330 mil metros quadrados, quase o tamanho de municípios como Fortaleza, Belo Horizonte e Recife.

O órgão estima que o esquema possa ter movimentado cerca de R$ 2 bilhões. As pessoas que trabalhavam no esquema criminoso eram submetidas a condições semelhantes à escravidão, espalhados na mata, procurando essas áreas que já haviam sido monitoradas pelo suspeito.

O G1 tenta contato com o advogado de defesa de Antônio Vilela Filho.

Leia mais