O Papa Francisco está sem fôlego? Sim, confirma ele, e confessa que é efeito da anestesia

Foto: Vatican Media

Mais Lidos

  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS
  • A nova missão do mundo católico diante da trajetória do trumpismo. Artigo de Stefano Zamagni

    LER MAIS
  • Forças progressistas buscam novo impulso global em Barcelona

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

23 Junho 2023

Segundo as agências, hoje, o Papa Francisco, que escolheu entregar o texto de seu discurso sem lê-lo aos membros da R.O.A.C.O. e da Youth Conference, improvisando uma saudação disse: "Ainda estou sob o efeito da anestesia, minha respiração não está boa".

A informação é publicada por il Sismógrafo, 22-06-2023. A tradução é de Luisa Rabolini.

Nos últimos dias, desde que foi possível ouvi-lo em várias breves declarações, sempre se ouviu uma respiração ofegante e às vezes sibilante. Na verdade, não é uma constatação nova. Já aconteceu em outras circunstâncias. O Pontífice, quando jovem, já manifestava essa sintomatologia, em particular quando está sob esforço.

Sempre se falou nos últimos anos que o aparecimento dessa falta de ar estaria ligado à lobectomia pulmonar parcial à qual Francisco foi submetido ainda jovem, há mais de 60 anos, após superar uma forma grave de pneumonia. Três cistos foram retirados do seu lobo superior do pulmão direito.

Algum tempo atrás, o Papa Francisco conversando com o jornalista e médico, seu caro amigo, o argentino Nelson Castro - autor do livro As doenças dos papas - contou: "Quando me recuperei da anestesia [após a cirurgia pulmonar], as dores que eu sentia eram muito intensas. Não é que eu não estivesse preocupado, mas sempre tive a convicção de que iria me curar. Nunca senti nenhuma limitação em minhas atividades. Nunca tive que limitar ou cancelar nenhuma das atividades programadas. Nunca senti cansaço ou falta de ar (dispneia). Conforme os médicos me explicaram, o pulmão direito se expandiu e cobriu todo o hemitórax ipsilateral".

Leia mais