Candido Mendes de Almeida morre aos 93 anos

Foto: reprodução | YouTube

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • Trump recua horas depois de o Papa Leão XIV ter considerado sua ameaça ao Irã "inaceitável". Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

18 Fevereiro 2022



Morreu, no Rio de Janeiro, Candido Mendes de Almeida.

Intelectual, membro da Academia Brasileira de Letras, esposo da professora e pesquisadora Margareth Dalcomo.

A informação do falecimento é do colunista Ancelmo Gois, de O Globo, 17-02-2022.

Ele foi professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC) e reitor da universidade que leva o sobrenome de sua família, uma das mais tradicionais  do Rio, tendo seu bisavô sido senador no Império.

Candido Mendes de Almeida, irmão de D. Luciano Mendes de Almeida, ex-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB.

Segundo a Wikipédia, citando a obra de Elio Gaspari sobre a Ditadura Militar instaurada em 1964, Candido Mendes de Almeida "durante o Regime Militar relacionava-se com desembaraço com a esquerda e direita, abrigou perseguidos durante o governo de Castelo Branco, ao mesmo tempo que se tornava amigo de Golbery do Couto e Silva, com quem negociava a fundação de um centro de estudos políticos. Foi um dos responsáveis pela CNBB denunciar com mais severidade os casos de tortura no Brasil. Em 19 de fevereiro de 1974, promoveu uma reunião de 3 horas entre Golbery e D. Paulo Evaristo Arns em que se discutiu as torturas realizadas pelos militares".

Ainda segundo a Wikipédia, "sucedeu ao pai no título de conde de Mendes de Almeida, criado pelo Vaticano para seu avô, Cândido Mendes de Almeida (filho)".

 

Leia mais