Igrejas disputam na Justiça uso do nome “Deus é Santo”

Logos das Igrejas: "Igreja Pentecostal Deus é Santo" e "Igreja Evangélica Deus é Santo Renovada"

Mais Lidos

  • De Rerum Novarum a Leão XIV: não era o vapor, mas a ética; não são os dados, mas a dignidade. O que vale não é mensurável. Artigo de Paolo Benanti

    LER MAIS
  • Juventude e novas direitas, para além dos estereótipos e dos extremos. Entrevista com Beatriz Besen

    LER MAIS
  • Soberania em risco: EUA podem classificar PCC e CV como terroristas; especialistas temem intervenção

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

28 Janeiro 2021

Duas igrejas, a Igreja Pentecostal Deus é Santo e a Igreja Evangélica Deus é Santo Renovada, brigam na Justiça de Santa Catarina pelo uso do nome “Deus é Santo”. A primeira impetrou ação, em 2019, alegando que os nomes parecidos vem “causando confusão entre fiéis, frequentadores e doadores”. Também argumentou que o nome foi registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) em setembro de 2011, o que lhe confere, em tese, exclusividade no seu uso em se tratando de igreja.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

A segunda igreja alegou, em sua defesa, que não há provas de que o uso do nome esteja confundindo os fiéis e que “Deus é Santo” é um termo comum e amplo, não se tratando, pois, de uma criação de caráter exclusivo enquanto marca. A disputa tem origem na dissidência de pastor que deixou a Igreja Pentecostal Deus é Santo para abrir sua própria instituição religiosa, em 2005, a Igreja Evangélica Deus É Santo Renovada

O juiz Eron Pinter Pizzolatti, da 3ª Vara Cível da Comarca de Tubarão, negou, em decisão publicada no dia 12 de janeiro, o pedido da primeira, conta o repórter Alfredo Mergulhão, da Revista Época. “O uso da expressão ‘Deus é Santo’ não pode ser considerado como exclusividade, porquanto, não é por si só elemento característico, mas sim termo genérico que remete à figura da santidade divina”, argumentou o juiz. A Igreja Pentecostal Deus é Santo anunciou que vai recorrer da decisão.

Leia mais