Uma “esperança frágil” e o canto dos anjos. Mensagem de Natal de 2020 do Conselho Mundial de Igrejas

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • Em vez de as transformações tecnológicas trazerem mais liberdade aos humanos, colocou-os em uma situação de precarização radical do trabalho e adoecimento psicológico

    Tecnofascismo: do rádio de pilha nazista às redes antissociais, a monstruosa transformação humana. Entrevista especial com Vinício Carrilho Martinez

    LER MAIS
  • Desatai o futuro! Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS
  • Como o dinheiro dos combustíveis fósseis transformou a negação climática na “palavra de Deus”. Artigo de Henrique Cortez

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

11 Dezembro 2020

Em uma mensagem especial de Natal, acompanhada por um cartão, imagens nas redes sociais e um vídeo, o reverendo Ioan Sauca, secretário-geral interino do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), reflete sobre o medo, o desalento, a esperança e a alegria.

A informação é publicada pelo Conselho Mundial de Igrejas, 02-12-2020. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

“O menino no presépio, em sua vulnerabilidade, é uma imagem de esperança frágil, o início de uma nova história que culminará no dom da vida e da salvação mediante a morte e a ressurreição de Jesus Cristo”, diz. “Ao decorrer da história houve e segue havendo muitos motivos para ter medo e viver na desesperança”.

Nas épocas mais difíceis, os cristãos encontraram uma e outra vez consolo e esperança nos dias de Natal, prossegue.

“Neste ano, as celebrações natalinas nas Igrejas e famílias serão afetadas pelo distanciamento físico e outras restrições destinadas a nos protegermos uns aos outros do coronavírus”, afirma. “O povo chorará os muitos mortos em todo o mundo e expressará sua gratidão aos que atendem os doentes com grande dedicação e coragem”.

A pandemia danificou o tecido social em todas as partes, e a violência e a guerra não dão trégua, observa Sauca. “Não obstante, inclusive nestas circunstâncias, escuta-se no ar o canto dos anjos proclamando o nascimento do Cristo com grande alegria”, aponta. “Como cristãos neste acontecimento singular, o nascimento do menino Jesus em um povoado remoto nos confins do Império Romano, vislumbramos os frágeis começos de nossa própria redenção”.

Sauca também ora pelos fiéis e líderes das Igrejas membros do CMI, e por todos os seres humanos.

“Em um mundo de dor e morte, o acontecimento do Natal permite-nos encontrar consolo, manter a frente no alto com esperança e vislumbrar na fé profunda o triunfo da vida e do amor que representa o nascimento de Jesus”, conclui. “São boas notícias que infundem uma grande alegria a todas as pessoas”.

Leia mais