O Patriarca copta Tawadros II: analisada a hipótese de celebrar juntos a Páscoa no terceiro domingo de abril

Mais Lidos

  • A virada do Papa Leão. Artigo de Massimo Giannini

    LER MAIS
  • OMS alerta que a humanidade está à beira de uma pandemia ainda mais devastadora: "O mundo não está mais seguro"

    LER MAIS
  • "A adesão ao conservadorismo político é coerente com uma cosmologia inteira que o projeto progressista rechaça". Entrevista especial com Helena Vieira

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

07 Mai 2015

O debate sobre a oportunidade de unificar as datas das solenidades litúrgicas atualmente celebradas em dias diferentes por várias Igrejas e comunidades de batizados diz respeito a “um problema histórico” que, por si, não tem implicações de fé e de doutrina. Por isso, está sendo estudada a proposta de unificar para todas as Igrejas cristãs a data da Páscoa, e a hipótese levada em consideração é fixar a celebração da Ressurreição de Cristo “no terceiro domingo de abril”. Esta é a perspectiva traçada pelo Patriarca Tawadros II no decorrer de um encontro com os jovens realizado na noite de domingo, 3 de maio, no Centro cultural copta de Amsterdã, no âmbito da visita realizada pelo Papa Tawadros aos Países Baixos e a outras nações europeias.

A reportagem foi publicada no sítio Agência Fides, 05-05-2015.

A solicitação de unificar a data da celebração da Páscoa já havia sido expressa pelo Patriarca copta numa carta enviada em maio de 2014 ao Papa Francisco, por ocasião do primeiro aniversário do seu encontro no Vaticano. O Primaz da Igreja cristã numericamente mais consistente entre aquelas presentes nos países árabes voltou a propor a questão também em 9 de novembro passado, intervindo em Viena nas celebrações pelos 50 anos da Fundação Pró-Oriente.

A unificação das datas de celebração da Páscoa da Ressurreição é uma urgência particularmente sentida no norte da África e no Oriente Médio, onde convivem no mesmo território Igrejas e comunidades cristãs que fixam o dia da Páscoa de maneira diferente, tendo como critério de referência algumas o calendário Juliano e outras o calendário Gregoriano.