“Será que vamos continuar morando aqui?”: o impacto de Belo Monte para os povos indígenas

Mais Lidos

  • “Muitos homens pensam que perder a dominação sobre as mulheres é uma perda da sua própria masculinidade, o que não é verdade. Um homem pode ser homem, ter seus valores e nem por isso precisa dominar mulheres, crianças ou pessoas de outras etnias”, diz a socióloga

    Feminicídio: “A noção de propriedade é profunda”. Entrevista especial com Eva Alterman Blay

    LER MAIS
  • Trump enfrenta uma guerra mais longa do que o esperado no Irã, com problemas no fornecimento de munição e armas

    LER MAIS
  • “É fundamental não olharmos apenas para os casos que chocam pela brutalidade, mas também para as violências cotidianas que atingem mulheres e meninas, que muitas vezes são naturalizadas e invisibilizadas”, adverte a assistente social

    Combate à violência contra as mulheres: “Essa luta ainda é urgente”. Entrevista especial com Cristiani Gentil Ricordi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

15 Novembro 2017

Reportagem em vídeo da Agência Pública mostra a penúria de quem teve sua vida transformada pela Usina.

A reprodução da reportagem é publicada por El País, 14-11-2017.

 

“A nossa história Belo Monte foi lá e destruiu tudo”, diz Natanael Juruna, da aldeia Muratu, na Terra Indígena Paquiçamba, um dos locais atingidos pela usina. Na série de reportagens Amazônia Resiste, a Agência Pública mostra como ficou a vida de quem ainda tenta tirar seu sustento do rio após a construção da hidrelétrica. E a penúria de quem teve que abandonar sua aldeia para morar em palafitas de madeira nas periferias de Altamira. . “Será que vamos continuar morando aqui?”, questiona Juruna, que aposta na busca por alternativas de sobrevivência para os indígenas. “É uma pergunta que não sabemos responder”.

Leia mais