Indígenas Baniwa vão estudar com livros escritos na língua materna

Mais Lidos

  • "Abusos contra os palestinos": a guerra de estupros entre Israel e o Hamas

    LER MAIS
  • Cerca de 60% dos partos realizados no Brasil são por cesariana. Apesar dessa estatística, um movimento de resgate dos saberes das parteiras tradicionais está em curso no mundo, afirma a socióloga

    Parteiras tradicionais: o resgate de um saber multicultural. Entrevista especial com Thayane Cazallas do Nascimento

    LER MAIS
  • Fraternidade Sacerdotal São Pio X apresenta a Declaração de Fé como uma Oferta de Diálogo

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Fevereiro 2016

Estudantes indígenas da etnia Baniwa vão estudar com livros didáticos escritos na lingua materna a partir deste ano. O líder indígena, André Baniwa diz que o material vai servir de apoio para alfabetização nas principais escolas do município amazonense de São Gabriel da Cachoeira, onde vivem 23 povos indígenas.

A reportagem foi publicada por Rádio Nacional da Amazônia - EBC, 23-02-2016.

O material foi produzido por professores Baniwa, com suporte da Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo (SP). A tiragem inicial foi de 1.000 exemplares. André Baniwa espera que a publicação das cartilhas seja um incentivo para a criação de quatro escolas na região tipicamente indígenas.

O projeto de criação das escolas indígenas está protocolado na Casa Civil do Amazonas desde 2013. Segundo os índios, o governo alega falta de dinheiro para as obras. Por nota a Secretaria de Educação do Amazonas informou que executou recentes obras de infraestrutura em São Gabriel da Cachoeira, distante 853 quillômetros da capital Manaus.

O Jornal da Amazônia 2ª edição desta segunda-feira (22 de fevereiro) traz ainda informação sobre operação de fiscalização da Piracema que, no último fim de semana, apreendeu 8 quilos de pescado no lago de Palmas.

Durante a operação, foram abordados 30 pescadores locais, e a ação teve como objetivo fiscalizar e coibir a pesca predatória. Foram apreendidos também molinetes, carretilhas e dois quilômetros de redes de pesca. A Piracema vai até 29 de fevereiro, período de desova dos peixes. E nesse período, somente são permitidas a pescaria e o transporte de peixes provenientes de criatório e com a devida Nota Fiscal.