Homem acelerou em mil vezes a taxa de extinção de espécies, diz estudo

Mais Lidos

  • “O governo de Milei é um governo-isca”. Entrevista com Magdalena Chirom

    LER MAIS
  • O papa ainda está vivo, mas os abutres começam a circular. Artigo de Robert Mickens

    LER MAIS
  • De Gaza à terra indígena Yanomami, os genocídios de nosso tempo. Destaques da Semana no IHU Cast

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


Revista ihu on-line

Zooliteratura. A virada animal e vegetal contra o antropocentrismo

Edição: 552

Leia mais

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

Por: Cesar Sanson | 02 Junho 2014

Um novo estudo publicado nesta sexta-feira (30) na edição impressa da revista Science afirma que as ação humana acelerou em mil vezes a taxa de extinção das espécies de plantas e animais do planeta, em comparação com a taxa natural.

A reportagem é publicada por G1, 30-05-2014.

Os dados levantados pelo biólogo Stuart Pimm, da Universidade Duke, dos Estados Unidos, apontam que antes dos humanos, o ritmo de extinção era de uma espécie a cada 10 milhões por ano. Atualmente, essas cifras são de 100 a cada 1.000 por ano.

Apesar dos números alarmantes, o investigador afirma que está otimista porque novas tecnologias permitem aos ambientalistas intensificar esforços para manter a biodiversidade. Entre eles está a criação de um mapa, desenvolvido pelo cientista Clinton Jenkins, do Instituto de Pesquisas Ecológicas, localizado no Brasil, que mostra onde as espécies mais vulneráveis vivem.

O método ajuda a definir prioridades de conservação desses locais e, desta forma, evitar o desaparecimento de animais ou plantas.

Historicamente, a Terra passou por cinco grandes extinções, que aniquilaram mais da metade da vida do planeta. Atualmente, há um debate entre os cientistas que se perguntam se a humanidade será a causadora da próxima destruição massiva de espécies.

No entanto, já está na “conta de culpa” do ser humano o desaparecimento do pássaro Dodó (Raphus cucullatus), do lobo-da-Tasmânia (Thylacinus cynocephalus) e do lobo-das-Malvinas (Dusicyon australis).

Veja também:

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Homem acelerou em mil vezes a taxa de extinção de espécies, diz estudo - Instituto Humanitas Unisinos - IHU