Bergoglio é capa da revista Rolling Stone

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • Para o professor e pesquisador da UFPA, reterritorializar o debate sobre o acelaracionismo em termos amazônidas inaugura um amplo espectro de questões incontornáveis de nosso tempo

    Como pensar o aceleracionismo em um mundo que já acabou? Entrevista especial com Ricardo Evandro Martins

    LER MAIS
  • O Pentágono ameaçou o embaixador do Papa Leão XIV com o Papado de Avignon

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 30 Janeiro 2014

Santo Padre ou rock star? Depois da capa que lhe dedicou a revista Time, quando o nomeou Personalidade do Ano, o Papa Francisco conquistou também a primeira página da revista musical Rolling Stone. Abaixo da foto do Pontífice argentino se pode ler o título do terceiro álbum de Bob Dylan: “The times they are a-changin” ("Os tempos estão mudando). E depois, em um longo artigo sobre o Bispo de Roma, reflete sobre sua “genial revolução”.

 
Fonte: http://bit.ly/1f93eqy  

A reportagem está publicada no sítio Vatican Insider, 28-01-2014. A tradução é de André Langer.

Com efeito, a histórica revista estadunidense, especializada em música e cultura juvenil, dedica ao Papa um perfil digno de uma rock star. O autor do artigo, Mark Binelli, destaca como Bergoglio foi capaz de, em menos de um ano de Pontificado, impulsionar novamente a mensagem da Igreja em todo o mundo. Desde 13 de março passado, dia da sua eleição, a participação nos eventos do Papa triplicou, alcançando recordes de 6,6 milhões de pessoas.

Com seus tons humildes, próximos das pessoas, e, sobretudo, com suas palavras de atenção pelos últimos, pelos deserdados, pelos pobres – escreve a revista estadunidense –, o Papa mostra-se perfeitamente adequado aos tempos difíceis que vivemos. Palavras da Rolling Stone.