Michel De Certeau, o pensador jesuíta citado pelo papa no seu discurso sobre a liberdade religiosa

Mais Lidos

  • João Pessoa/PB em “alta”: turismo, mercado imobiliário e os problemas de viver. Artigo de Sérgio Botton Barcellos e Henry Santos

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, vivemos tempos de anomalia. A sociedade pós-moderna “esfacelou as identidades sociais” e está difícil “ter uma percepção clara e objetiva do que está acontecendo”

    O momento é de ruptura dialética da historicidade social: “um eclipse total da lua”. Entrevista especial com José de Souza Martins

    LER MAIS
  • "O Cântico das Criaturas nos ajuda a defender a vida". Entrevista com Stefano Mancuso

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

28 Setembro 2015

Michel de Certeau (Chambery, 17-05-1925 - Paris, 09-01-1986) foi um jesuíta e historiador francês, cuja obra varia sobre uma multiplicidade de âmbitos diferentes, como a psicanálise, a filosofia e as ciências sociais.

A reportagem é de Luis Badilla, publicada no sítio Il Sismografo, 27-09-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

De Certeau teve uma formação de tipo eclético, o que fez dele uma personalidade complexa, cujo trabalho atravessa todo o campo das ciências sociais.

Michel de Certeau nasceu em 1925, em Chambéry, na Savoia (França). Depois de obter o diploma em filosofia, com um caminho de estudos itinerante entre a Universidade de Grenoble, a de Lyon e a de Paris, seguiu uma primeira formação religiosa no seminário de Lyon. Entrou lá em 1950, na Ordem dos Jesuítas em que fez os votos em 1956; queria ser enviado como missionário para a China. Permaneceu fiel a essa instituição, embora o seu pensamento a tenha "superado", de algum modo. (…)

As palavras do Papa Francisco nesse sábado, quando citou Michel De Certeau: "As nossas tradições religiosas nos lembram que, como seres humanos, nós somos chamados a reconhecer o outro/o Outro que revela a nossa identidade relacional diante de toda tentativa de instaurar 'uma uniformidade que o egoísmo do forte, o conformismo do fraco ou ainda a ideologia do utópico poderiam tentar nos impor'".