“Não dá para calar” diante da violência instalada no país, diz IECLB

Imagem: Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB)

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Junho 2022

 

Reportando-se às violentas ações policiais ocorridas nos últimos dias no Rio de Janeiro e em Umbaúba, Sergipe, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) emitiu nota conclamando suas congregações e a sociedade em geral para uma mudança radical: “da violência para a paz, da injustiça para a justiça, do ódio para o amor”.

 

A informação é de Edelberto Behs, jornalista.

 

A nota, que leva por título palavras do Sermão do Monte – “bem aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”-, destaca que Cristo sofreu violência, morreu e ressuscitou para dar vida plena às pessoas. “Jesus nos deixou a sua paz e nos deu orientações para superar a violência”.

 

A manifestação luterana aponta que “não é possível calar e aceitar como normal” a morte de Genivaldo de Jesus Santos, morto por asfixia, com uso de produto químico “dentro de uma viatura da Polícia Federal”. A escalada da violência no país, afirma o texto, revela-se “nos relacionamentos pessoais, familiares, domésticos, no trânsito, nas redes sociais, e chega ao crime organizado”. Assinala também que, “em alguns casos, a ação de combate à violência pelo poder público é igualmente violenta”.

 

A carta pastoral, assinada pela presidenta da igreja, pastora Sílvia Beatrice Genz, pelo pastor primeiro vice-presidente, Odair Airton Braun, e pelo pastor segundo vice-presidente, Dr. Mauro Batista de Souza, pede orações em favor das pessoas que sofrem violência e promovem a paz e a justiça no país, seguindo o lema bíblico da igreja para 2022: “Não amemos de palavra, nem da boca para fora, mas de fato e de verdade” (1 João 3,18).

 

Leia mais