O Financial Time faz as contas pelo Vaticano, 100 milhões de libras perdidos no prédio de Londres

Imagem: imóvel na Inglaterra do escândalo financeiro | Foto: reprodução / google street view

Mais Lidos

  • Seja feliz no seu novo ano. Artigo de Frei Betto

    LER MAIS
  • A fome, o dragão e o Mercosul: o Brasil na encruzilhada da nova ordem mundial. Entrevista com Fernando Roberto de Freitas Almeida

    LER MAIS
  • Para além dos consensos, a possibilidade de uma vida plural em comum. Entrevista especial com Rita Grassi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Novembro 2021

 

Há uma investigação criminal internacional sobre o escândalo ligado ao prédio.

 

A reportagem é publicada por Huffington Post, 11-08-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

 

“O Vaticano vai perder 100 milhões de libras com a venda do luxuoso edifício, localizado em Londres, agora no centro de uma investigação criminal internacional.” O Financial Times estampa isso na primeira página da sua edição europeia, especificando que "o Vaticano está na fase final da venda do edifício situado na 60 Sloane Avenue, no bairro londrino de Knightsbridge", por um montante igual a "cerca de 200 milhões de libras para o grupo de private equity Bain Capital, de acordo com várias pessoas familiarizadas com o dossiê. A Bain Capital e a Savills, que gerenciam a venda, não quiseram comentar".

De acordo com o jornal financeiro britânico “a Santa Sé investiu no prédio, entre 2014 e 2018, 300 milhões de libras, o que significa que a venda deve confirmar um prejuízo de cerca de 100 milhões de libras”. O jornal da City recorda que “o escândalo ligado à compra do edifício levou o procurador da Santa Sé a abrir um processo contra o ex-banqueiro Raffaele Mincione e outros, entre os quais um cardeal" e "no final do ano passado, o Papa Francisco privou o poderoso escritório da administração central do Vaticano de uma carteira de investimentos de centenas de milhões de euros composta por doações de católicos”.

 

Leia mais