Acadêmicos do exterior criam manifestos contra medidas de Bolsonaro

MEC | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

07 Mai 2019

A redução de recursos para faculdades de Filosofia e Sociologia no Brasil, anunciada pelo presidente no fim do mês passado, motiva abaixo-assinados com acadêmicos de ponta da Europa e dos Estados Unidos. Nesta segunda-feira, 6, na edição digital do jornal francês Le Monde, veio a público um texto que tem entre os signatários a norte-americana Judith Butler, que já esteve no Brasil e é uma das principais pensadoras contemporâneas do feminismo.

A informação é publicada por O Estado de S. Paulo, 07-05-2019.

Do outro lado do Atlântico, outro manifesto, capitaneado por acadêmicos da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, passou dos 13,8 mil signatários, incluindo representantes do Brasil. O texto critica medidas de Jair Bolsonaro na área de Educação e pede que o governo reconsidere suas ações. “Nós nos opomos à tentativa do presidente Bolsonaro de desinvestir na Sociologia, ou em qualquer outro programa nas Ciências Humanas ou Sociais.”

Os dois manifestos reagem a publicações de Bolsonaro feitas no Twitter, no dia 26 de abril, que indicavam uma “descentralização” de investimentos. Na carta, os pesquisadores dizem rejeitar a premissa de que a educação universitária só tem valor à medida em que é imediatamente lucrativa. “O objetivo do ensino superior deve sempre ser o de produzir uma sociedade educada e enriquecida que se beneficie do esforço coletivo para criar o conhecimento humano.”

Leia mais