A medida de Francisco sobre os divorciados em segunda união

Foto: Ronaldo Lima, Jr. /Flickr

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07 Dezembro 2017

Velut Magisterium authenticum." O “rescrito” do cardeal Pietro Parolin, com os dois textos aos quais se refere, apareceu nas Acta Apostolicae Sedis de outubro de 2016, recentemente publicados, ou seja, o boletim oficial da Santa Sé.

A reportagem é de Gian Guido Vecchi, publicada no jornal Corriere della Sera, 06-12-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O secretário de Estado explica que Francisco dispôs a publicação “como magistério autêntico” da carta que escreveu aos bispos argentinos para saudar as suas diretrizes sobre a aplicação do capítulo da Amoris laetitia com as aberturas sobre a comunhão aos divorciados em segunda união.

Se os conservadores freiam, como se nada tivesse mudado – começando pelos bispos poloneses –, os argentinos explicavam que não há uma “permissão” generalizada, mas certamente “deixa-se em aberto a possibilidade de aceder ao sacramento”, mesmo quando não se vive “em continência”. É preciso um “discernimento” que “distinga cada caso”.

Isso está certo, escrevia o papa. Havia quem falasse de carta privada. Mas, agora, Francisco a publicou junto com o texto argentino: magistério autêntico.

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