Especialista vê crescimento insustentável do sistema federal de ensino

Educação. | Foto: PxHere

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Setembro 2017

Com um crescimento maior do que poderia suportar e nenhuma reserva financeira, o sistema federal de ensino superior corria grandes riscos de entrar em crise com o País. É o que aponta o coordenador do Laboratório de Estudos em Educação superior da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Renato Pedrosa.

A reportagem é de Luiz Fernando Toledo, publicada por O Estado de S. Paulo, 31-08-2017.

“Essa crise das federais tem basicamente a ver com a economia e com os cortes do governo. Mas certamente é consequência de uma falta de previsibilidade e cuidado na expansão do sistema até dois ou três anos atrás. Havia uma ideia de que o dinheiro ia crescer, que a receita ia aumentar para sempre”, disse.

Ele destaca que o fato de o governo federal ter o controle dos recursos pode ser um fator que dificultou o planejamento individual das instituições. “Se estivesse no orçamento de cada uma delas o controle do que vai ter de receita e quanto pode gastar, teriam mais cuidado.”

Pedrosa também destacou que houve um enfoque maior no ensino superior em detrimento da educação básica. “Há um estímulo de entrada na universidade mesmo sem ter uma demanda igual de quem sai do ensino médio.”

Leia mais