Fase diocesana da causa de beatificação do missionário mártir Ezequiel Ramin foi concluída

Mais Lidos

  • Comando Vermelho usa drones gigantes para transportar até 20 fuzis FAL ou AR-15 entre favelas no Rio

    LER MAIS
  • Viver em contínuo Pentecostes. Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS
  • “Esse debate se torna ainda mais importante em um ano eleitoral, porque é fundamental assegurar que os resultados positivos no combate à fome sejam preservados, independentemente de qual governo esteja no poder, seja de direita, seja de esquerda ou centro”, afirma o especialista

    "Os dados mostram que o Brasil conseguiu retornar a um nível de insegurança alimentar semelhante ao registrado em 2014, ano em que o país saiu do mapa da fome da ONU". Entrevista especial com Lucas Moura

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

29 Março 2017

Concluiu-se no sábado, 25 de março, a fase diocesana da causa de beatificação do Servo de Deus Padre Ezequiel Ramin, missionário comboniano (MCCJ), morto no Brasil em 24 de julho de 1985.

A reportagem é da Agência Fides, 27-03-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O ato oficial ocorreu na sua paróquia de origem, a Igreja de San Giuseppe, em Pádua, na presença dos membros do Tribunal Eclesiástico Diocesano, dos representantes dos combonianos, de missionários e missionárias, e de inúmeros fiéis. Os atos processuais serão agora entregues à Congregação para as Causas dos Santos.

Nascido em Pádua no dia 9 de fevereiro de 1953, Ezequiel Ramin entrou para os missionários combonianos em 1974 e emitiu os primeiros votos em 5 de junho de 1976. Continuou a sua formação com experiências em Uganda, Estados Unidos e México. No dia 15 de maio de 1980, emitiu os votos perpétuos e, em 28 de setembro do mesmo ano, na Itália, foi ordenado sacerdote.

No dia 20 de janeiro de 1984, chegou ao Brasil, destinado depois a Cacoal, em Rondônia, onde levou a sério a problemática indígena da distribuição das terras. No dia 24 de julho de 1985, foi morto em uma emboscada, enquanto retornava de um encontro com alguns agricultores que tinham ocupado terras, aos quais havia pedido para se retirarem. Poucos dias depois, o Papa João Paulo II falaria dele como de um “mártir da caridade”.

De acordo com as informações recebidas pela Agência Fides no Brasil, a mais de 30 anos do acontecido, “a memória do Pe. Ezequiel ainda está muito viva, especialmente entre as populações indígenas, os agricultores e as pessoas mais simples. A sua figura ainda anima e ilumina a fé e o compromisso das comunidades cristãs e das organizações populares”.

Leia mais