'Café Society' mostra que mesmo os sonhos falidos podem trazer algum conforto

Mais Lidos

  • O Pentágono ameaçou o embaixador do Papa Leão XIV com o Papado de Avignon

    LER MAIS
  • Críticas do Papa a Trump foram um passo extraordinário, afirma jesuíta

    LER MAIS
  • Segundo o economista, “80% da população vive na precariedade e, mesmo que tenha melhorado, a condição de vida ainda não está boa”

    Eleições 2026: “Quem oferecerá a esperança de um futuro melhor?” Entrevista especial com Waldir Quadros

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

25 Agosto 2016

Temos uma reflexão madura sobre a vida, o passado e, de quebra, sobre os bastidores da Hollywood clássica.

O comentário é de Luiz Zanin Oricchio, publicado por O Estado de S. Paulo, 24-08-2016.

Abençoados os artistas que conseguem conciliar leveza e profundidade porque deles é o reino das telas. São poucos. Woody Allen é um deles. Em sua batida habitual, um filme novo a cada ano, vai mantendo nível de qualidade incrível. Os piores são bons. E os bons são ótimos, como é o caso deste Café Society.

Nele, temos uma reflexão madura sobre a vida, o passado e, de quebra, sobre os bastidores da Hollywood clássica. Esse percurso existencial é feito seguindo-se os passos de um personagem jovem, Bobby (Jesse Eisenberg). Ele sai da proteção opressiva da família em Nova York e vai em busca de um tio, Phil (Steve Carrell), que faz sucesso como produtor em Hollywood.