Romano Guardini: arquidiocese alemã inicia preparativos para o processo de beatificação

Mais Lidos

  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS
  • A nova missão do mundo católico diante da trajetória do trumpismo. Artigo de Stefano Zamagni

    LER MAIS
  • Forças progressistas buscam novo impulso global em Barcelona

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

22 Julho 2016

"Na Arquidiocese de Munique, foram iniciados os preparativos para os processos de beatificação do jornalista Fritz Gerlich (1883-1934) e do filósofo da religião Romano Guardini (1885-1968)." A confirmação é de Bettina Göbner, do escritório de imprensa da mesma arquidiocese, depois que, nos últimos dias, a agência católica alemã KNA tinha divulgado a notícia de que já teria sido nomeado um postulador, que teria começado a preparar uma lista de testemunhas a serem consultadas durante o processo. "A abertura oficial dos dois processos deveria ocorrer dentro deste ano por parte do cardeal Reinhard Marx", afirma Göbner.

A nota é do Servizio di Informazione Religiosa (SIR), 21-07-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Romano Guardini nasceu em Verona, mas, quando ainda era muito pequeno, a família se mudou para Mainz, por motivos de trabalho. Lá, Guardini estudou e se tornou sacerdote em 1910.

Na Alemanha, ele viveu toda a sua carreira acadêmica e morreu em Munique. Influente teólogo católico do século XX, é considerado um dos precursores do Concílio Vaticano II, especialmente no âmbito da reforma litúrgica.

Fritz Gerlich, por outro lado, é calvinista convertido ao catolicismo, considerado mártir. De fato, ele foi preso e, depois, executado no campo de Dachau, em 1934, pagando com a vida pela sua firme oposição ao nacional-socialismo e a Adolf Hitler, conduzida nas páginas do semanário por ele fundado, "A reta via".