Francisco sustenta que a maioria dos matrimônios sacramentais “é nula”

Mais Lidos

  • Aumento dos diagnósticos psiquiátricos na infância, sustentado por fragilidades epistemológicas e pela lógica da detecção precoce, contribui para a medicalização da vida e a redefinição de experiências comuns como patologias

    A infância como problema. Patologização e psiquiatrização de crianças e adolescentes. Entrevista especial com Sandra Caponi

    LER MAIS
  • A visita de Rubio ao Papa foi marcada por sorrisos e desentendimentos: confrontos sobre Cuba e Irã

    LER MAIS
  • Leão XIV: o primeiro ano de um papa centrista. Artigo de Ignacio Peyró

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 20 Junho 2016

O Papa assinalou que a maioria dos matrimônios sacramentais “é nula” enquanto advertiu os jovens de que não devem casar apenas porque deixaram a “menina grávida”.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 18-06-2016. A tradução é de André Langer.

Francisco fez estas declarações na quinta-feira passada durante a abertura de um congresso diocesano em Roma (Itália) ao responder a perguntas de um leigo que se referiu à crise matrimonial e culpou a “cultura do provisório” de prejudicar a vida matrimonial.

Francisco assinalou que casar só pela gravidez é uma coisa que não se deve fazer, “porque talvez não sejam livres”. Neste sentido, convidou para esperar. “Eu vi casais que após dois ou três anos se casaram e os vi entrar na igreja: papai, mamãe, com a criança na mão, mas sabiam bem o que estavam fazendo”, lamentou.

“A crise do matrimônio existe porque não se sabe o que é o sacramento, a beleza do sacramento. Não se sabe o que é indissolúvel, não se sabe que é para toda a vida”, disse.

O Pontífice assinalou “a importância que se deve dar à preparação para o matrimônio” e indicou que “a cultura do provisório” é um fenômeno que não afeta apenas a vocação para o matrimônio, mas também a “vida sacerdotal e religiosa”.