Temer recebe bênção de Malafaia e Everaldo diz que eleição direta é golpe

Mais Lidos

  • A nova missão do mundo católico diante da trajetória do trumpismo. Artigo de Stefano Zamagni

    LER MAIS
  • Pix vira foco de tensão entre Brasil e governo Trump

    LER MAIS
  • Assessora jurídica do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e bispo da Diocese de Juína refletem sobre os desafios da cultura do encontro entre indígenas e não indígenas na sociedade brasileira e relembram a memória do jesuíta Vicente Cañas, que viveu com povos isolados na década de 1970, entre eles, os Enawenê-nawê, no Mato Grosso

    “Os povos indígenas são guardiões de conhecimentos essenciais para toda a humanidade”. Entrevista especial com Caroline Hilgert e dom Neri José Tondello

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

28 Abril 2016

O vice-presidente Michel Temer abriu espaço em sua agenda na manha desta quarta-feira (27) para receber a bênção do pastor Silas Malafaia, crítico ferrenho do governo Dilma Rousseff e líder do Ministério Vitória em Cristo, ligado à Assembleia de Deus.

Em encontro rápido no Palácio do Jaburu, o pastor orou pelo peemedebista e desejou sorte caso a presidente seja afastada temporariamente do cargo e o vice-presidente assuma interinamente.

A informação é de Gustavo Uribe, publicada por Folha de S. Paulo, 27-04-2016.

Conservador e contrário à ampliação dos direitos de homossexuais, Malafaia já atacou o ex-presidente Lula, dizendo que ele e o PT eram responsáveis pelo mensalão e pelo escândalo na Petrobras.

“Na oração, ele desejou que Deus dê sabedoria ao vice-presidente para que ele dirija a nação para tirá-la do fundo do poço”, relatou o ex-candidato presidencial Pastor Everaldo, responsável pelo encontro.

Para Everaldo, Dilma deveria “ter o mínimo de bom senso” e renunciar antes da análise no plenário do Senado Federal da admissibilidade do pedido de impeachment, marcada para 11 de maio.

“E eu discordo de proposta de antecipação de eleição presidencial. Isso seria um golpe e não é previsto na Constituição Federal”, disse.

Na terça-feira (26), Temer chamou de “golpe” a ideia, que tem sido defendida por ministros e petistas.

O tema chegou a ser até mesmo discutido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), que já defendeu a proposta.

O assunto deve ser tratado também nesta quarta-feira (27) entre Temer e Renan, que se reúnem na residência oficial do presidente do Senado Federal.