Para acabar com o mal nuclear

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • Trump recua horas depois de o Papa Leão XIV ter considerado sua ameaça ao Irã "inaceitável". Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Julho 2011

"Não podemos tolerar um sistema de apartheid nuclear em que se considera legítimo alguns Estados possuírem armas nucleares, mas inaceitável que outros tentem obtê-las. Essa moral dupla não serve de base para a paz e segurança mundial", escreve Desmond Tutu, bispo anglicano, vencedor do prêmio Nobel da Paz e defensor da Campanha Internacional de Abolição das Armas Nucleares.

No seu artigo ele diz que “eliminar as armas nucleares é o desejo democrático da população mundial. Ainda assim, nenhum país com armas nucleares atualmente parece preparar-se para um futuro sem esses terríveis artefatos. Na verdade, todos desperdiçam bilhões de dólares para modernizar suas forças nucleares, zombando das promessas de desarmamento na Organização das Nações Unidas (ONU). Se permitirmos que essa loucura continue, o uso eventual de algum desses instrumentos de terror parece quase inevitável”.

“Nesta semana, ministros de Relações Exteriores de cinco países com armamentos nucleares - Estados Unidos, Rússia, Grã-Bretanha, França e China - se reunirão em Paris para discutir os avanços na aplicação dos compromissos de desarmamento nuclear assumidos em 2010 na conferência de revisão do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) de 2010. “Será uma prova de sua determinação para tornar realidade a ideia de um futuro livre de armas nucleares.”

(Cf. notícia do dia 01/07/2011 desta página)