Raoni envia carta ao ministro da Justiça pedindo explicações sobre a exoneração do Cacique Megaron

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • O que é o Conselho da Paz, que será inaugurado amanhã por Donald Trump, e quem participa dele?

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

05 Novembro 2011

O líder indígena Raoni Metuktire assinou uma carta endereçada ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pedindo a revogação da portaria do dia 28 de setembro que exonerou o Cacique Kayapó Megaron Txucarramãe do cargo de coordenador regional da Fundação Nacional do Índio (Funai) do município de Colider, no Mato Grosso.

A informação é de Amazônia.org.br, 04-11-2011.

O documento foi assinado também por lideranças que se afirmaram estar indignadas com a determinação, pois Megaron "não tem cometido nenhum ato no âmbito da ilegalidade determinadas em constituição federal".

A carta também afirma que "caso seja mantida esta portaria será difícil impedir ou controlar os ânimos das comunidades indígenas, que já estão se reunindo para se manifestarem a favor da permanência do nosso líder e representante Megaron Txucarramãe a frente desta coordenação, na qual sempre representou com dignidade, honestidae e nunca teve nada que desabonasse sua conduta profissional e moral".

"Demissão política"

Megaron afirmou ontem que sua demissão foi política.  "Com certeza é por causa da minha oposição a Belo Monte e às hidrelétricas do Teles Pires e do Tapajós. Não tem outro motivo.  É perseguição política. E eles são tão covardes que não me chamaram para conversar, só recebi a notificação da Funai", afirmou ao site Xingu Vivo para Sempre.

Leia a carta na íntegra.