Sean Penn não entendeu "A Árvore da Vida"

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

22 Agosto 2011

Sean Penn entrou numa desavença incomum com o seu diretor de "A Árvore da Vida", de Terrence Malick. À margem de uma entrevista ao Le Figaro – e enquanto o politicamente correto agora incentiva os atores a só dizerem coisas simpáticas sobre os seus colegas e diretores – o ator admite sua incompreensão sobre o resultado final:

"Eu não encontrei na tela a emoção do roteiro, que é o mais magnífico que eu já li, lamenta. Uma narrativa mais convencional e mais clara teria beneficiado o filme sem prejudicar, na minha opinião, a sua beleza e o seu impacto. Francamente, eu ainda tento entender o que eu fui fazer lá e no que eu pude contribuir neste contexto!"

A informação é do sítio francês Atlantico, 22-08-2011. A tradução é do Cepat.

O filme, que ganhou a Palma de Ouro em Cannes após ter dividido a crítica e o público, dá lugar a algumas aparições mudas de Sean Penn, que deveria ter tido claramente um papel mais consistente na versão original do roteiro. Apesar disso, não muito rancoroso, o ator convida o público a ver o filme:

"É um filme que eu recomendo, na condição de assisti-lo sem uma ideia preconcebida. Para cada um encontrar uma ligação pessoal, emocional ou espiritual. Aqueles que o assistem, geralmente saem muito emocionados."