Medidas provisórias reduzem unidades de conservação

Mais Lidos

  • Banco Master: a reconstrução completa de como uma fraude capturou a República

    LER MAIS
  • Pesquisadora reconstrói a genealogia do ecofascismo e analisa as apropriações autoritárias do pensamento ambiental, desde o evolucionismo do século XIX e o imaginário “ecológico” nazista até suas mutações contemporâneas. Ela examina novas formas de “nacionalismo verde” e explica como a crise climática é instrumentalizada pela extrema-direita para legitimar exclusões, fronteiras e soluções antidemocráticas

    Ecofascistas: genealogias e ideias da extrema-direita "verde". Entrevista com Francesca Santolini

    LER MAIS
  • A guerra dos EUA e Israel com o Irã: informação, análise e guerra assimétrica. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

13 Janeiro 2012

Uma medida provisória publicada na semana passada (MP 588) reduz a área de quatro unidades de conservação na Amazônia brasileira e altera o contorno de outras duas. O objetivo é facilitar a construção de duas hidrelétricas do Complexo Tapajós: a São Luiz e a Jatobá.

A informação é de Karina Ninni e Alexandre Gonçalves e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 13-01-2012.

A organização não governamental WWF afirmou que o governo não poderia modificar unidades de conservação "a toque de caixa" para viabilizar as obras. A entidade afirma que não foi feita uma análise integrada do impacto ambiental.