A Igreja católica domina amplamente a paisagem midiática do cristianismo

Mais Lidos

  • Milei, o profeta detonado. Artigo de Fernando Rosso

    LER MAIS
  • “Estou preparado para uma terceira guerra. Não para uma nuclear”. Entrevista com Lejeune Mirhan

    LER MAIS
  • Quando políticos leem discursos escritos por IA: a era da tecnologia de ventriloquismo. Artigo de Éric Sadin

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 22 Abril 2014

A Igreja católica domina amplamente os espaços televisivos consagrados ao cristianismo. De acordo com um estudo do instituto de pesquisas suíço Media Tenor, publicado no dia 16 de abril de 2014, considerando os anos 2012 a 2014, 90% das notícias sobre temas cristãos se referem à Igreja católica, um terço delas especificamente ao Papa Francisco. As Igrejas protestantes contam com 9% das notícias e as muçulmanas e judaicas praticamente não aparecem.

A reportagem é da suíça Agence de Presse Internationale Catholique (Apic), 17-04-2014. A tradução é de André Langer.

Mesmo em países de tradição majoritariamente reformada, como a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, o destaque vai para as notícias católicas. O Papa Francisco desfruta no mundo inteiro de uma imagem positiva praticamente sem exceção, diz o estudo.

A análise considerou 24 canais de televisão da Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália, Áustria, Suíça, África do Sul e Estados Unidos. 547.341 matérias de ao menos cinco segundos foram veiculadas. A eleição do Papa Francisco e o começo do seu Pontificado não foram incluídos no período de análise.

O Instituto Media Tenor é uma empresa privada que realizou esta análise a pedido do seu próprio chefe sem mandato institucional das Igrejas, precisou Christian Kolmer, coordenador de estudos políticos.