Depois de Amarildo

Mais Lidos

  • Zohran Mamdani está reescrevendo as regras políticas em torno do apoio a Israel. Artigo de Kenneth Roth

    LER MAIS
  • Os algoritmos ampliam a desigualdade: as redes sociais determinam a polarização política

    LER MAIS
  • “Os discursos dos feminismos ecoterritoriais questionam uma estrutura de poder na qual não se quer tocar”. Entrevista com Yayo Herrero

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

14 Janeiro 2014

Da coluna de Mônica Bergamo, jornalista, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 14-01-2014:

A OAB-RJ tenta obter há três meses informações oficiais sobre número de desaparecidos e de autos de resistência (mortes em confronto) no Estado do Rio. A entidade ainda não recebeu os registros da Polícia Civil e do Tribunal de Justiça, essenciais para montar um banco de dados sobre violência policial. "É uma verdadeira caixa-preta", diz o presidente da Ordem, Felipe Santa Cruz.

A mobilização da OAB-RJ em torno do tema começou em agosto, com o projeto Desaparecidos da Democracia - criado após a morte do pedreiro Amarildo. Segundo Cruz, conhecer o problema em detalhes é importante para entendê-lo e combatê-lo. "Todo dia recebo e-mail de alguém dizendo que conhece um novo caso Amarildo."

A Polícia Civil informa, em nota, que o pedido da Ordem está em análise na assessoria jurídica, por causa do "caráter sigiloso dos dados", e uma resposta deve sair nos próximos dias. O Tribunal de Justiça declara ter solicitado critérios específicos para a consulta, "tendo em vista a abrangência e complexidade do pedido". As informações enviadas pelo Ministério Público, único órgão que atendeu à solicitação, estão sendo avaliadas pela OAB.