Ibama está finalizando licenciamento ambiental do Linhão de Tucuruí, confirma Ângela Portela

Mais Lidos

  • João Pessoa/PB em “alta”: turismo, mercado imobiliário e os problemas de viver. Artigo de Sérgio Botton Barcellos e Henry Santos

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, vivemos tempos de anomalia. A sociedade pós-moderna “esfacelou as identidades sociais” e está difícil “ter uma percepção clara e objetiva do que está acontecendo”

    O momento é de ruptura dialética da historicidade social: “um eclipse total da lua”. Entrevista especial com José de Souza Martins

    LER MAIS
  • "O Cântico das Criaturas nos ajuda a defender a vida". Entrevista com Stefano Mancuso

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

07 Dezembro 2015

Em alguns dias, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deverá concluir o processo de licenciamento necessário à continuidade das obras do Linhão de Tucuruí, no trecho ManausBoa Vista, que interligará Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A garantia foi dada ontem pela presidente do órgão, Marilene Ramos, em audiência com a senadora Ângela Portela (PT), que pediu celeridade no processo.

A reportagem foi publicada por Amazônia, 04-12-2015.

Neste momento, o Ibama trabalha para ajustar o licenciamento às condicionantes exigidas pela Fundação Nacional do Índio (Funai) na carta de anuência liberada na semana passada. Entre outros itens, a Funai exige que o pessoal responsável por erguer as torres de transmissão, nas Terras Indígenas Waimiri-Atroari , seja transportado diariamente para o canteiro de obras, e não instalado em definitivo na área; e que as estruturas tenham o menor impacto possível para a comunidade indígena. Além disso, é preciso definir a indenização financeira a que terão direito os índios.

Ângela Portela tem feito uma série de encontros com autoridades federais com vistas à liberação da carta de anuência, num primeiro momento, e agora, para a conclusão da licença ambiental e para a retomada das obras. “A minha ida, junto com a governadora Suely Campos, ao Palácio do Planalto, para reunião com a presidente Dilma Rousseff, foi o que destravou o processo. Mostramos à presidente a gravidade da situação energética de Roraima. Ela se sensibilizou e determinou a concessão da carta de anuência”, disse a senadora.