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08 Março 2015

Apenas seis meses antes de sua visita aos Estados Unidos, a popularidade do Papa Francisco no país está em alta, segundo um relatório publicado nesta quinta-feira (5 de março) pelo Centro de Pesquisas Pew.

A reportagem é de Anna Matranga, publicada por CBS News, 06-03-2015. A tradução é de Isaque Gomes Correa.

Os índices de popularidade do papa superam, substancialmente, os de seu predecessor Bento XVI. Há apenas dois anos depois como líder da Igreja Católica – ele celebra o seu segundo aniversário como pontífice no dia 13 de março –, a popularidade de Francisco quase coincide com do São João Paulo II, um dos papas mais populares na história moderna.

Segundo a pesquisa, 9 em cada 10 católicos americanos dizem que têm uma visão favorável de Francisco, e 6 em cada 10 dizem que têm uma visão “muito favorável”.

Os católicos que participam semanalmente na missa são, praticamente, unânimes na aprovação do papa, dando-lhe um status de “rock star”: 95% de aprovação.

Esta sua popularidade acontece apesar de alguns comentários espontâneos – desde aqueles acolhendo os homossexuais até a sua referência ao “capitalismo selvagem” – considerados polêmicos por alguns católicos, e causa de certos debates entre seus seguidores.

A popularidade do papa entre os católicos é ampla e não partidária, com “mínimas diferenças” na aprovação segundo o gênero, etnia, idade ou orientação política.

O fã clube do pontífice inclui também não católicos. Entre os adultos americanos (tanto católicos quanto não católicos), 7 em cada 10 veem-no favoravelmente, 13 pontos a mais do que no ano passado, sugerindo que quanto mais eles o conhecem, mais gostam dele.

Uma parcela equivalente a 15% o vê desfavoravelmente, número que permaneceu relativamente estável desde a sua eleição.

A parcela daqueles que dizem não ter opinião alguma ou que não sabem o suficiente sobre o papa para construir uma ideia a seu respeito, caiu de 29% para 15%.

Até mesmo entre os “sem religião” (aqueles que não professam nenhuma religião em particular, ou que se identificam como ateus ou agnósticos), o papa alcançou um índice de 68% de aprovação, 39 pontos a mais do que a avaliação que tinha logo após sua eleição.