MST denuncia ‘fake news’ sobre suposta contaminação de arroz agroecológico

Festa da Colheita do Arroz Agroecológico, no Assentamento Filhos de Sepé, em Viamão (RS). (Foto: Luiza Castro | Sul 21)

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28 Abril 2023

Laudo produzido pelo Laboratório da UFSM indicou que as amostras de arroz agroecológico analisadas não estavam contaminadas, afirma movimento.

A reportagem é publicada por Sul 21, 27-04-2023.

A direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) divulgou nota oficial definindo como “fake news” informações que vêm circulando pelas redes sociais sobre uma suposta contaminação por agrotóxicos do arroz agroecológico produzido pelos assentamentos do movimento no Rio Grande do Sul. Segundo a nota, diferente do que essas informações afirmam, o laudo produzido pelo Laboratório da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) indicou que as amostras de arroz agroecológico analisadas não estavam contaminadas. Segue a íntegra da nota:

“Diante das informações que estão sendo propagadas nas redes sociais relacionadas a uma suposta contaminação de agrotóxicos do arroz orgânico da marca “Terra Livre Agroecológica”, o MST vem reafirmar o seu compromisso com a produção de alimentos sem agrotóxicos.

Informamos à sociedade que, diferente do que foi divulgado, o laudo produzido pelo Laboratório da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) indicou que as amostras não estavam contaminadas. Portanto, não há qualquer dúvida sobre o caráter orgânico dos produtos da marca “Terra Livre agroecológica”.

Trata-se, assim, de uma fake news, que está sendo apurada pelos órgãos competentes, pois seu único objetivo é caluniar as cooperativas e prejudicar as famílias de agricultores que há anos lutam pela produção de alimentos saudáveis nos assentamentos da Reforma Agrária.

O MST segue praticando a agroecologia, na luta contra os agrotóxicos e em defesa da vida!”

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