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29 Abril 2022

 

"Na Itália, a campanha internacional é relançada por Sbilanciamoci e pela Rede Italiana Paz e Desarmamento que, lembrando as pesquisas que mostram que a maioria dos italianos se opõe ao aumento dos gastos militares desejado por grande parte da política, pedem a transferência de recursos de armas e exércitos para investimentos sociais e instrumentos de paz", escreve Francesco Vignarca, Coordenador das Campanhas da Rede Italiana Paz e Desarmamento, em artigo publicado por Il Manifesto, 28-04-2022. A tradução é de Luisa Rabolini.

 

Eis o artigo.

 

É quanto os governos de todo o mundo alocam para armas e exércitos, que segundo o Sipri de Estocolmo no ano passado chegaram a 2,113 bilhões dólares no total. Um crescimento de 0,7% mesmo em período de plena pandemia que confirma o fortalecimento já em curso desde 2016.

Em média, os Estados destinaram quase 6% de seus orçamentos públicos para atividades e estruturas militares, com aumentos registrados na Ásia, Oceania, Europa e África e diminuição tanto no Oriente Médio quanto nas Américas.

No topo os "conhecidos de sempre": primeiro os Estados Unidos que, apesar de uma ligeira queda em termos reais, ultrapassaram os 800 bilhões de dólares (38% mundial) seguido pela China, que está perto dos 300 bilhões (14% no global); as duas verdadeiras superpotências globais, portanto, superam a metade do total.

A uma certa distância encontramos a Índia (76,6 bilhões), o Reino Unido (68,4 bilhões) e a Rússia (65,9 bilhões) com o “Top 5” atingindo 62% do total.

Nas cinco posições seguintes, França, Alemanha, Arábia Saudita, Japão e Coreia do Sul: os dez primeiros países sozinhos são responsáveis por três quartos dos gastos militares mundiais.

Itália está em décimo primeiro lugar com 32 bilhões de dólares, mas já sabemos pelas estimativas previstas para 2022 do Observatório Mil€x que o crescimento será ainda maior também no ano em curso.

Se considerarmos os quinze primeiros países do ranking (depois da Itália, Austrália, Canadá, Irã e Israel) chegamos a uma cota de 81% o que confirma como são poucos os estados com um poder militar de alguma importância.

Também em 2021, a OTAN gastou mais de dezessete vezes e meio em armas e exércitos do que a Rússia colocou no orçamento (que mesmo assim registrou o terceiro aumento anual consecutivo) enquanto os 27 países da União Europeia gastam três vezes e meia o regime de Putin.

Para o futuro, dados os anúncios das últimas semanas, o próprio Sipri prevê aumentos ainda mais substanciais que se concentrarão sobretudo em recursos para novas armas: em regra, cerca de um quarto dos gastos militares acaba nos bolsos da indústria militar-industrial, que já em 2020 havia registrado um faturamento de quase US550 bilhões de dólares.

Diante de tais escolhas certamente não capazes de garantir maior segurança, muito menos Paz, à comunidade internacional (caso contrário, com os aumentos registrados, os conflitos sangrentos presentes em todos os continentes não deveriam existir), é praticamente apenas a voz da sociedade civil a contestar o que o Papa Francisco definiu mais uma vez como uma "loucura" da qual se envergonhar e que "só enriquece os gigantes das armas".

A Campanha Global de Despesas Militares (Gcoms) por ocasião de suas jornadas de ação internacionais divulgou uma tomada de posição que destaca como “os países que tentam se superar comprando armas de todas as dimensões não estão seguindo uma estratégia correta de defesa e segurança. Não funcionou no passado e nunca vai funcionar”, lembrando que “a dependência global da militarização destrói a confiança entre as populações e mina os esforços de cooperação entre os países”. O pedido aos governos é “reduzir os gastos militares empenhando os fundos para uma segurança comum e humana, investindo nas verdadeiras necessidades das pessoas e do planeta a fim de construir uma paz justa e sustentável. Para lhe dar uma chance, devemos dar fundos à paz”.

Na Itália, a campanha internacional é relançada por Sbilanciamoci e pela Rede Italiana Paz e Desarmamento que, lembrando as pesquisas que mostram que a maioria dos italianos se opõe ao aumento dos gastos militares desejado por grande parte da política, pedem a transferência de recursos de armas e exércitos para investimentos sociais e instrumentos de paz.

Concentrando-se em especial em quatro pedidos específicos:

 

1. moratória de pelo menos um ano na compra de sistemas de armas (em 2022 previstos aproximadamente 8,2 bilhões para a aquisição de novas aeronaves, navios, veículos blindados, submarinos, drones, mísseis, munições);

2. transferência dos recursos economizados para o bem-estar, educação, saúde e para maiores iniciativas humanitárias e de cooperação em favor da população ucraniana e de todos os civis envolvidos em conflitos;

3. criação e financiamento integral do Departamento de Defesa Civil não armada e não-violenta proposto pela campanha "Outra defesa é possível";

4. conclusão do projeto experimental dos Corpos Civis da Paz. Estradas e caminhos concreto que realmente poderiam trazer mais Paz ao mundo.

 

Leia mais

 

  • O frenesi dos gastos militares
  • O mundo precisa de paz e redução dos gastos militares. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves
  • Contra as crises vamos reduzir os gastos militares. Entrevista com Carlo Rovelli
  • O papa corrige Parolin: “O gasto com armas é escandaloso, terrível”
  • O Papa: o gasto com armas é um escândalo, suja o coração, suja a humanidade
  • Papa Francisco critica a Itália: “Gastar em armas é uma loucura”
  • Gasto militar mundial cresce 2,6%, empurrado por Estados Unidos e China. “É uma nova corrida armamentista”
  • “Adeus às armas, os cientistas sabem como fazer”. Entrevista com Carlo Rovelli, físico

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