Imazon: Desmatamento da Amazônia aumentou 84% em setembro de 2018

Foto: Felipe Werneck/Ibama - Flickr

Mais Lidos

  • Pio X e a “participação ativa”: a diferença sagrada entre celebrar e presidir. Artigo de Andrea Grillo

    LER MAIS
  • O intelectual catalão, que é o sociólogo de língua espanhola mais citado no mundo, defende a necessidade de uma maior espiritualidade em tempos de profunda crise

    “O mundo está em processo de autodestruição”. Entrevista com Manuel Castells

    LER MAIS
  • Trump usa a agressão contra a Venezuela para ameaçar os governos das Américas que não se submetem aos EUA

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

31 Outubro 2018

O desmatamento da Amazônia alcançou 444 quilômetros quadrados segundo dados divulgados ontem (29) pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Um aumento de 84% se comparado ao mesmo mês do ano anterior, quando o desmatamento foi de 241 km2.

A reportagem é publicada por Amazônia.org, 30-10-2018.

Em 2018 o Amazonas conseguiu superar outros estados, sendo responsável por 24% do desmatamento da floresta, seguido pelo Mato Grosso (23%), Rondônia (20%), Pará (19%), Acre (11%), Roraima (2%) e Amapá (1%).

A grande maioria (58%) ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. Assentamentos de Reforma Agrária foram responsáveis por 24%, Unidades de conservação, 14% e os territórios indígenas por 4%.

Degradação ambiental

(Fonte: Amazônia.org)


Os boletins divulgados pela organização diferencia desmatamento, quando acontece a supressão da cobertura florestal, de degradação florestal, estágios anteriores de danificação florestal, como queimadas ou extração predatória, por exemplo.

Em setembro de 2018 foram 138 km2 de degradação florestal, uma redução de 96% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando totalizou 3.479 km2. Os alertas de degradação vieram do Mato Grosso (62%), Pará (22%), Roraima (6%), Rondônia (5%), Amazonas 4% e o Acre teve menos de 1%.

Leia o informativo completo

Leia mais