Esticadores de horizontes: Força da Cufa para salvar juventude da dependência (IHU/Adital)

Foto: Marcelo Barbalho

Mais Lidos

  • O Pentágono ameaçou o embaixador do Papa Leão XIV com o Papado de Avignon

    LER MAIS
  • Críticas do Papa a Trump foram um passo extraordinário, afirma jesuíta

    LER MAIS
  • Segundo o economista, “80% da população vive na precariedade e, mesmo que tenha melhorado, a condição de vida ainda não está boa”

    Eleições 2026: “Quem oferecerá a esperança de um futuro melhor?” Entrevista especial com Waldir Quadros

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

29 Agosto 2016

É de olho nas virtudes e nas astúcias que vêm da periferia que a Central Única das Favelas (CUFA) forma lideranças comunitárias e potencializa a diversidade cultural em bairros historicamente esquecidos de Fortaleza. Atraindo sobretudo a juventude para eventos, ações e projetos que casam cultura, esporte, lazer e cidadania, a CUFA também abraça jovens que sofrem as consequências da criminalidade e da dependência química. Aos 28 anos, Ismael Rodrigues, o D2, é um dos que se integraram ao movimento, deixando para trás vícios, dores e privações.

Texto: Ethel de Paula
Fotos: Marcelo Barbalho - Video: 202B

Veja as matérias:

Um “salve” para D2
O redesenho da própria vida
A potência da Cufa