Esticadores de horizontes: Força da Cufa para salvar juventude da dependência (IHU/Adital)

Foto: Marcelo Barbalho

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

29 Agosto 2016

É de olho nas virtudes e nas astúcias que vêm da periferia que a Central Única das Favelas (CUFA) forma lideranças comunitárias e potencializa a diversidade cultural em bairros historicamente esquecidos de Fortaleza. Atraindo sobretudo a juventude para eventos, ações e projetos que casam cultura, esporte, lazer e cidadania, a CUFA também abraça jovens que sofrem as consequências da criminalidade e da dependência química. Aos 28 anos, Ismael Rodrigues, o D2, é um dos que se integraram ao movimento, deixando para trás vícios, dores e privações.

Texto: Ethel de Paula
Fotos: Marcelo Barbalho - Video: 202B

Veja as matérias:

Um “salve” para D2
O redesenho da própria vida
A potência da Cufa