"Com Havel, perdemos um homem extraordinário, decisivo para a nossa liberdade''

Mais Lidos

  • Antes de 1870, ninguém amava o papa: a perda de um principado fabricou o rosto que governa a Igreja. Entrevista com Alberto Melloni

    LER MAIS
  • “O conceito de tocar-no-mundo em Hartmut Rosa pode ser compreendido como uma forma de relação em que o sujeito não busca dominar o mundo, mas se permite ser afetado por ele e responde de maneira recíproca”, afirma o ambientalista

    Tocar-no-Mundo. Vivências transformadoras da relação com a Natureza. Entrevista especial com Jorge Moreira

    LER MAIS
  • Israel ameaça intensificar os ataques caso cheguem mais pipas vindas de Gaza

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

19 Dezembro 2011

A Igreja da República Tcheca chora o presidente Havel. Na página da Conferência dos Bispos da República Tcheca, lê-se uma breve nota em que o presidente dos bispos expressa "dor pela morte de V. Havel" e lembra alguns momentos relevante da vida do político e intelectual.

A reportagem é do sítio Vatican Insider, 18-12-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A nota também expressa as condolências dos bispos à família e às pessoas próximas ao falecido ex-presidente e, ao mesmo tempo, "dá graças a Deus pela vida deste homem extraordinário, que deu uma contribuição decisiva para a queda do regime comunista e a ascensão de um nova nação".

O cardeal Miloslav Vlk, arcebispo emérito de Praga, também no sítio do Episcopado, escreve: "Morreu um homem ao qual a nossa nação deve o retorno à soberania, assim como a sua liberdade (...) e, portanto, todos nós somos obrigados a prestar-lhe homenagem". O cardeal, que lembra Havel como "amigo e companheiro de prisão", destaca que Havel foi um "homem corajoso inseparável da história da nação".