Ministro diz que 5 milhões vivem em áreas de risco

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

17 Janeiro 2011

O governo estima que cerca de 5 milhões de pessoas vivam em áreas de risco potencial no país.

A afirmação foi feita ontem pelo ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, após reunião com a presidente Dilma Rousseff e os ministros da Integração Nacional, Defesa, Saúde, Justiça e da Casa Civil.

A notícia é do jornal Folha de S. Paulo, 18-01-2011.

Segundo ele, a estimativa foi feita a partir de monitoramento do Ministério da Integração de moradores em encostas. Há, diz ele, 500 áreas de risco de deslizamento e 300 áreas de risco de inundações.

Mas os mapeamentos ainda são imprecisos ou mal utilizados pelo poder público. Para se ter uma ideia, o governo federal, segundo a ONG Contas Abertas, gastou R$ 167,5 milhões em prevenção no ano passado e R$ 2,3 bilhões para socorrer atingidos por desastres.