Uma crítica ao marxismo clássico

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

04 Janeiro 2011

Maurizio Lazzarato é um dos pensadores que enfrontam a difícil tentativa de construir uma teoria para a emancipação. Sobre a base de Deleuze e Guattari, investiga as formas como o capitalismo atual incide na subjetividade dos sujeitos, e tem procurado conceitualizar diversas ações de resistência coletiva.

A reportagem é de Pedro Lipcovich, publicada no jornal Página/12, 20-12-2010. A tradução é de Anne Ledur.

Sociólogo e filósofo, nascido na Itália, reside atualmente em Paris. É membro fundador da revista Multitudes e integrante, junto com o filósofo Toni Negri, de seu comitê editorial.

Há poucas semanas, visitou a Argentina, onde participou do II Congresso Internacional de Investigação e Prática Profissional em Psicologia, que se realizou na UBA, em novembro passado, e no Simpósio Internacional "De las sociedades disciplinarias a las sociedades de control".

Escreveu, entre outras obras, Políticas del acontecimiento (ed. Tinta Limón, 2006) e Trabajo inmaterial y subjetividad (disponível aqui, em espanhol). Seu debate conceitual com o marxismo clássico não impede que, como queria Marx, seu pensamento se proponha não só a interpretar o mundo, mas a mudá-lo.