Vítima da Operação Condor

Mais Lidos

  • Thiel leva suas palestras sobre o Anticristo à porta do Vaticano, e as instituições católicas recuam

    LER MAIS
  • “Em uma sociedade capitalista, nosso cansaço é político”. Entrevista com Romain Huët

    LER MAIS
  • Em meio à escalada autoritária de Trump contra países com recursos estratégicos ao seu país, Brasil começa a desenvolver sua Estratégia Nacional de Terras Raras

    Brasil e o novo regime global de governança mineral. Entrevista especial com Edna Aparecida da Silva

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 24 Março 2012

Valentón Enseñat, cujo pai, o ativista Miguel Angel Ríos Casa, está desaparecido desde 1977 e poderia ter sido levado da Argentina para o Uruguai no marco da Operação Condor, participou da cerimônia de colocação da placa no casarão que fora centro de detenção. “Para nós, os atos de hoje [quarta-feira passada] são importantes do ponto de vista simbólico e esperamos que a partir desta admissão de responsabilidade do Estado, que chega de maneira muito tardia, se possa avançar na justiça. É, além disso, uma obrigação jurídica. O cumprimento de um dos pontos da sentença da Corte Interamericana é uma desculpa para que se dê este reconhecimento da responsabilidade dos fatos acontecidos durante a ditadura. É uma mensagem que se particulariza no caso Gelman, mas tem uma dupla dimensão, pessoal e coletiva, já que os desaparecimentos se deram no marco de uma política de Estado”, assinalou.

A informação é de Mercedes López San Miguel e está publicada no jornal argentino Página/12, 22-03-2012. A tradução é do Cepat.