O Papa “compartilha a dor” das Mães de Maio

Mais Lidos

  • Leão XIV proclama o segredo mais bem guardado da Igreja Católica em ‘Magnifica Humanitas’. Artigo de Thomas Reese

    LER MAIS
  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Bispos lefebvrianos: do cisma à heresia? Artigo de Lorenzo Prezzi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: Jonas | 19 Abril 2013

O Papa Francisco respondeu a carta que a presidente das Mães da Praça de Maio, Hebe de Bonafini (foto), enviou-lhe no mês passado, e afirmou que “compartilha sua dor” e a daqueles que “sofreram e sofrem a perda trágica de seus entes queridos”, durante a ditadura.

A reportagem é publicada no sítio Religión Digital, 18-04-2013. A tradução é do Cepat.

 
Fonte: http://goo.gl/QlIXW  

“Com afeto lhes oferece uma Bênção especial, como sinal de esperança e alento. Ao mesmo tempo, pede o favor de que rezem e façam rezar por ele”, destaca a carta.

O Sumo Pontífice enviou a mensagem por intermédio de dom Antoine Camilleri, subsecretário vaticano para as Relações com os Estados, para responder uma carta que a dirigente social havia enviado a Francisco.

“Sua Santidade valoriza e aprecia muito aqueles que estão perto dos mais desfavorecidos e se esforçam para ajudá-los”, destaca a mensagem. No dia 21 de março passado, a presidente da Associação havia enviado uma carta para Jorge Bergoglio, na qual destacava suas “atividades pastorais” e desejava bons augúrios para seu pontificado.