Alimentos in natura devem ser maioria na dieta, diz governo

Mais Lidos

  • O Papa descreve o Concílio Vaticano II como a "estrela polar do caminho da Igreja" e apela ao progresso na "reforma eclesial"

    LER MAIS
  • Papa Leão XIV: Um golpe nos poderosos

    LER MAIS
  • “A memória sem cérebro desafia a associação quase automática entre memória e sistema nervoso central”, exemplifica o pesquisador

    Os mistérios mais atraentes da neurobiologia vegetal são os que questionam as categorias do pensamento moderno. Entrevista especial com Guilherme Soares

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

06 Novembro 2014

Deixe de lado o óleo de coco e o whey protein. No novo guia nutricional do governo, o que vai para o prato é arroz, feijão, legumes e verduras.

A reportagem é de Johanna Nublat Flávia Foreque, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 05-11-2014.

O documento, que serve como referência de nutrição saudável para escolas e profissionais de saúde, é ilustrado com sugestões de cardápio e prioriza o consumo de alimentos in natura ou pouco processados. A última versão do guia era de 2006.

"Não estamos propondo um regime ou tratamento. A gente está pensando numa alimentação para prevenir problemas", afirma Carlos Monteiro, professor da USP e coordenador de equipe técnica que elaborou o guia.

A intenção é reforçar a importância do consumo de alimentos em detrimento de produtos. "A barra de cereal é uma reengenharia de alimentos, não há garantia de que funcione da mesma maneira que os alimentos originais", exemplifica Monteiro.

Segundo o ministro Arthur Chioro (Saúde), a abordagem do guia é "qualitativa". "Não estamos proibindo nada. Ninguém está dizendo não use sal, tire o açúcar'", disse.

Para Nicholas Freudenberg, sanitarista da Universidade da Cidade de Nova York, guias baseados em quantidades adequadas de açúcar, sal ou gordura favorecem a indústria de alimentos. "Isso permite manipular ingredientes para fazer os produtos parecerem mais saudáveis."