Grandes sites dos EUA ficam lentos para lutar pela neutralidade da rede

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • Trump recua horas depois de o Papa Leão XIV ter considerado sua ameaça ao Irã "inaceitável". Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

11 Setembro 2014

Se no Brasil a aprovação do Marco Civil garantiu a neutralidade de rede, nos Estados Unidos essa conquista ainda enfrenta obstáculos. E, para pressionar o órgão regulador do país a determinar que operadoras ofereçam internet sem diferenciar as velocidades de acordo com o conteúdo, grandes sites decidiram passar o dia simulando a lerdeza que seria o acesso sem a neutralidade.

alt
Foto: Reprodução

Netflix, Foursquare, Kickstarter, Mozilla, Reddit, Pornhub, RedTube e Vimeo estão entre os endereços que entraram no protesto, conforme noticiado pelo The Guardian. Todos instalaram um widget que reduz a velocidade do acesso.

A ideia é fazer os internautas perceberem que, sem neutralidade de rede, as operadoras podem obrigar os assinantes a pagar mais para acessar esses sites com velocidade plena. Tendo percebido isso, os próprios internautas ajudariam as empresas a pressionar os reguladores.

Tudo isso porque a FCC - espécie de Anatel dos EUA - está revendo a legislação sobre internet no país e uma das propostas permitira que as operadoras fizessem a distinção por conteúdo.