“Papa Francisco bom, bispos maus”, lamenta o presidente da Conferência Episcopal da Polônia

Mais Lidos

  • Instituto Humanitas Unisinos – IHU promove evento em memória ao centenário do agrônomo e ambientalista brasileiro nesta quinta-feira, 20-08-2026, às 17h30min

    José Lutzenberger, 100 anos. Da Borregaard às enchentes: os alertas ignorados

    LER MAIS
  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS
  • Qual é o pior momento do ateu? Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: Jonas | 21 Janeiro 2014

A poucos dias da visita “ad limina” dos bispos polacos, que começará no dia primeiro de fevereiro, o presidente da Conferência Episcopal, dom Józef Michalik (foto), disse que o papa Francisco é uma arma dos inimigos da Igreja. “Atualmente, com o Papa se luta, na Polônia, contra os bispos: papa Francisco bom, bispos maus; papa Francisco sim, bispos e Igreja na Polônia não”, apontou o líder do episcopado, durante a missa para Ação Católica em sua diocese de Przemysl, no sudeste do país.

 
Fonte: http://goo.gl/wiYUS5  

A reportagem é de Marek Lehnert, publicada por Vatican Insider, 20-01-2014. A tradução é do Cepat.

Michalik acrescentou que um dos mais graves perigos de hoje é a ideologia de gênero, sobre a qual dedicou, recentemente, a carta pastoral de Natal, um texto que foi criticado por alguns sacerdotes (alguns deles, inclusive, negaram-se a lê-la).

O segundo perigo é a estabilidade do matrimônio, e o terceiro é o aborto. Michalik explicou que as atuais dificuldades da Igreja na Polônia estão apenas começando e que é preciso se preparar para as que virão.

A próxima visita “ad Limina Apostolorum” dos bispos polacos acontecerá oito anos após a última, que ocorreu em 2005, e durará apenas oito dias. Os religiosos ainda não sabem que dia se reunirão com o papa Francisco.