Lava-jato pode atrasar Belo Monte

Mais Lidos

  • Em vez de as transformações tecnológicas trazerem mais liberdade aos humanos, colocou-os em uma situação de precarização radical do trabalho e adoecimento psicológico

    Tecnofascismo: do rádio de pilha nazista às redes antissociais, a monstruosa transformação humana. Entrevista especial com Vinício Carrilho Martinez

    LER MAIS
  • A Espiritualidade do Advento. Artigo de Alvim Aran

    LER MAIS
  • Desatai o futuro! Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

16 Janeiro 2015

As consequências financeiras da Operação Lava-Jato para algumas construtoras aumentam o risco de não cumprimento do cronograma da hidrelétrica de Belo Monte, principal projeto de geração de energia do país, orçado em R$ 30 bilhões.

A informação consta de reportagem publicada pelo jornal Valor, 16-01-2015.

Previsto para entrar em operação fevereiro, a usina já está atrasada em um ano. A OAS, que enfrenta dificuldades financeiras decorrentes da Lava Jato, tem 11,50% do Consórcio Construtor Belo Monte - CCBM. Outras duas empresas que compõem o consórcio e são investigadas pela Lava Jato, a Queiroz Galvão e a Galvão Engenharia, tiveram os ratins rebaixados esta semana.