Se STF agisse antes, não haveria impeachment, diz Eugênio Aragão

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS
  • A ideologia da Palantir explicada por Varoufakis

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

06 Mai 2016

Para Eugênio Aragão, ministro da Justiça, a decisão de Teori Zavascki que afastou Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do mandato chegou tarde e prejudicou a presidente Dilma Rousseff. Ele acredita que ela não estaria sofrendo um processo de impeachment se o Supremo Tribunal Federal tivesse agido no final do ano passado, quando a Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo o afastamento do presidente da Câmara.

A informação é publicada por Folha de S. Paulo, 06-05-2016.

"Eduardo Cunha só acatou o pedido de impeachment para se vingar do PT", disse o ministro para a Folha de S. Paulo, acrescentando qeu "Se tivesse havido o reconhecimento do modo de atuação do presidente da Câmara, não estaríamos aonde estamos, não teríamos esse espetáculo deprimente de 367 deputados fazendo dedicação de voto pró-impeachment a tudo, menos ao mérito do processo".

Entretanto, Aragão considerou o afastamento de Cunha importante para o país, já que ele mostra que as instituições funcionam.