Governo colombiano e grupo guerrilheiro ELN anunciam abertura de negociações de paz em Caracas

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31 Março 2016

Reportagem de Mariana Ghirello, publicada por Opera Mundi, em 30-03-2016

O governo da Colômbia e o grupo guerrilheiro ELN (Exército de Libertação Nacional) abriram nesta quarta-feira (30/3) uma mesa para discutir a paz no país, com o apoio das delegações do Chile, Equador, Noruega, Venezuela, Cuba e Brasil. O acordo foi assinado na Casa Amarilla, sede da Chancelaria venezuelana em Caracas no início da tarde. O acordo foi lido na presença das delegações de todos os países.

Segundo o anúncio, os diálogos começaram no dia 27 de janeiro deste ano e tem como objetivo instalar uma mesa pública de negociações no Equador, Venezuela e Brasil, mas as sessões poderão acontecer também em Cuba além destes países. Na agenda está prevista a discussão que envolve as vítimas do conflito e seus direitos, o cessar fogo, a situação política e jurídica dos integrantes do ELN e propriamente a construção da paz no país.

Essa é a segunda mesa de diálogos aberta sobre o fim do conflito armado na Colômbia, que vem sendo discutido oficialmente desde 2012. A primeira envolve o maior grupo guerrilheiro do país, as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), em Havana, Cuba.

Segundo o documento publicado nesta quarta-feira, a mesa do grupo ELN deverá, em algum momento, dialogar com a mesa de Havana para “identificar os assuntos nos quais é necessária sincronia entre as mesas”.

Para a ex-senadora colombiana Piedad Córdoba, que também colabora na mesa de debates para o acordo de paz na Colômbia entre o governo nacional e as FARC, a entrada do grupo ELN nos debates para o fim do conflito armado significa “a paz completa”. “Era muito importante que o ELN entrasse nas negociações públicas com o governo nacional”, destaca.

A senadora disse ainda que espera que o acordo de paz entre ELN e o governo colombiano seja assinado ainda durante o governo do presidente Juan Manoel Santos, que termina em 2018.

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