Hollande decreta estado de emergência econômica na França

Mais Lidos

  • O Peru está sob estado de sítio, sendo o primeiro ato da nova presidente de extrema-direita Keiko Fujimori. X-Tuitadas

    LER MAIS
  • Vandalismo em Medjugorje: incêndio, slogans e muitas perguntas

    LER MAIS
  • A partir de pesquisa realizada no Japão, propõe-se compreender a resiliência climática como construção ética, educativa e cultural, e não apenas tecnológica. Em diálogo com a hermenêutica, é preciso cultivar a memória, a educação permanente e a participação comunitária

    Aprender a habitar a vulnerabilidade. Por que a crise climática exige uma nova filosofia da resiliência. Entrevista especial com Leonardo Marques Kussler

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

19 Janeiro 2016

O presidente da França, François Hollande, lançou hoje (18) um plano emergencial de dois bilhões de euros contra o desemprego no país. A medida vem após o mandatário prometer que não se candidatará ao Palácio do Eliseu em 2017 se não conseguir conter a crise de empregos no país. Hollande também decretou estado de emergência econômico e social.

A reportagem foi publicada por Agência Brasil, 19-01-2016.

“Diante de uma desordem mundial, de uma conjuntura econômica incerta e um desemprego persistente, vive-se também um estado de emergência econômico e social que precisa ser proclamado”, disse Hollande, no Conselho Econômico e Social de Paris (Cese).

O presidente também ressaltou que, “além da segurança dos franceses, o emprego é a única questão que importa”. O plano apresentado hoje prevê a qualificação profissional de 500 mil desempregados. O foco são profissionais das áreas digitais e de energias limpas.

Os candidatos inscritos nos novos cursos de formação profissional não entrarão no índice de desemprego no país. “Não há nenhuma manobra estatística nesta operação”, disse Hollande.

“O que conta é fazer as reformas profundamente, além dos prazos eleitorais”. O plano prevê incentivos fiscais para pequenas e médias empresas que contratem desempregados por pelo menos seis meses.

A França enfrenta uma situação trágica no mercado de trabalho, com um recorde no número de desempregados – 10,5% da população – e poucos sinais de recuperação econômica. Depois de mais de três anos e meio de mandato, Hollande decidiu fazer deste programa de emprego sua última cartada política. A proposta do presidente, porém, não convenceu a oposição, que o acusou de mentir.