Hidrelétrica no rio Tapajós pode extinguir espécies, diz Inpa

Mais Lidos

  • Às leitoras e aos leitores

    LER MAIS
  • Padre católico foi o “streamer” mais assistido do Brasil em 2025

    LER MAIS
  • Reimaginar o futuro, para o teólogo nigeriano, está associado a uma inversão hermenêutica sobre a maneira como nosso tempo compreende os pobres. Essa conversão, assim como a de Agostinho, acontece no coração e não apenas no intelecto

    Reimaginação do futuro exige mudança de mentalidade e ações contraculturais. Entrevista especial com Stan Chu Ilo

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

30 Setembro 2015

O Tapajós é um dos últimos grandes rios amazônicos sem barragens e a nova fronteira de megaprojetos do governo federal de usinas na Amazônia

A reportagem foi publicada por BBC Brasil, 29-09-2015. 

Ao menos 40 grandes hidrelétricas estão atualmente em construção ou planejamento na bacia amazônica.

Em fase de licenciamento ambiental, a usina de São Luiz do Tapajós é a maior delas e considerada uma prioridade pelo governo.

A construção da usina foi tema de uma assembleia entre povos indígenas da região, ONGs, ambientalistas e representantes do governo.

A BBC Brasil conversou com Jansen Zuanon, pesquisador titular do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) presente na reunião, sobre os possíveis impactos desta e outras obras do tipo sobre o meio ambiente.