Hungria ordena que TV estatal não mostre imagens de crianças refugiadas

Mais Lidos

  • Mão firme em luva de veludo: Leão XIV “destitui” 21 bispos em 15 meses de pontificado

    LER MAIS
  • Antes de 1870, ninguém amava o papa: a perda de um principado fabricou o rosto que governa a Igreja. Entrevista com Alberto Melloni

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Em defesa da democracia, contra o golpe. Artigo de Ivo Lesbaupin

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

04 Setembro 2015

A crise dos refugiados fez surgir uma batalha travada bem distante da Síria: a guerra de comunicação para influenciar a opinão pública europeia. Enquanto o bloco ainda tenta compreender o mal-estar criado pela foto do garoto de 3 anos afogado nas contas da Turquia, alguns governos deliberadamente não querem criar um sentimento de simpatia da população em relação aos estrangeiros.

A reportagem é de Jamil Chade, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 03-09-2015.

O caso mais contundente foi registrado pela ONU na Hungria. O porta-voz do Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Babar Baloch, indicou que foi informado que a TV estatal húngara recebeu orientações das autoridades para "não mostrar imagens de crianças refugiadas". O motivo: "isso geraria compaixão entre o público".