Francisco encontra na Bolívia com presidente que acelera a exploração do ambiente

Mais Lidos

  • Zohran Mamdani está reescrevendo as regras políticas em torno do apoio a Israel. Artigo de Kenneth Roth

    LER MAIS
  • Os algoritmos ampliam a desigualdade: as redes sociais determinam a polarização política

    LER MAIS
  • “Os discursos dos feminismos ecoterritoriais questionam uma estrutura de poder na qual não se quer tocar”. Entrevista com Yayo Herrero

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

08 Julho 2015

Em uma visita que promete parar a Bolívia, o papa Francisco chega nesta quarta-feira (8) a La Paz com dois temas espinhosos para tratar com o presidente Evo Morales: ambiente e a tumultuada relação entre seu governo e a Igreja Católica no país, informa Fabiano Maisonnave em reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo, 08-07-2015.

No início de seu governo, em 2006, Evo se apresentava como líder ambientalista e evocava a divindade andina Pachamama ("mãe terra"). Mas a dependência dos recursos naturais - gás e minerais somaram 67% das exportações da Bolívia em 2014 - fez com que mudasse o discurso.
Recentemente, ao autorizar a exploração de gás e petróleo em parques nacionais, Evo afirmou que as reservas florestais "foram criadas pelo império norte-americano".

"O discurso do papa é um, e o do presidente é outro", afirma o padre jesuíta e sociólogo Xavier Albó. "O ambiente será motivo de controvérsia e desencontro, mas acredito que Francisco vá saber lidar com isso."

A integra da reportagem pode ser lida na página eletrônica do jornal.